Revestimento estrutural
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A estrutura de um edifício LSF é composta de muitas centenas de peças metálicas aparafusadas entre si. No entanto, não basta que as peças estejam conectadas nos seus extremos para que passem a funcionar em conjunto. Para que resista às acções horizontais, especialmente as que podem advir da acção do vento e dos sismos, é preciso dotar a estrutura de um sistema auxiliar que aumente a rigidez do edifício. Esses elementos estruturais são conhecidos por contraventamento, tendo por função garantir a rigidez e esquadria de paredes, pisos e coberturas.

Contraventamento no LSF

No caso das estruturas ligeiras em aço (sistema LSF) o contraventamento pode ser alcançado por dois métodos principais. Um deles é conhecido por X-bracing ou aplicação de um sistema de elementos cruzados em forma de cruz de Santo André. Paredes inteiras, asnas de cobertura ou vigas de piso podem também ser treliçadas, recebendo elementos estruturais dispostos por forma a constituírem várias unidades triangulares

Uma outra solução é aplicar um revestimento que solidarize todos os elementos estruturais, formando assim uma pele ou diafragma, horizontal ou vertical. Durante a construção da estrutura, as peças metálicas passam a ser revestidas pelo lado das abas ou banzos exteriores, com o objectivo de conferir maior interligação e rigidez entre todas as peças resistentes. Ao mesmo tempo, esta 'pele' estrutural serve também de suporte aos materiais de isolamento térmico, impermeabilização e acabamento exterior. Este artigo bem como as páginas acessíveis através links aqui referidos fornecem mais informação sobre esta opção.

Revestimento decorativo vs. Revestimento estrutural

Existe uma diferença substancial entre o mero revestimento dos elementos estruturais e o revestimento que realmente contribui para o desempenho estrutural do edifício. Usualmente, o revestimento dos banzos ou abas dos perfis metálicos, pelo lado interior do edifício, tem apenas a função de garantir uma superfície uniforme e de agradável aspecto visual. Para esse fim, tanto nas paredes como nos tectos, são normalmente aplicadas placas de gesso laminado, cujas juntas entre si são tratadas para garantir uma superfície uniforme. Esta área será então pintada ou revestida com elementos decorativos. Estas placas, ou similares, não têm resistência mecânica que confira maior capacidade estrutural aos elementos metálicos que revestem.

Shear walls

Algumas paredes estruturais são concebidas para resistir à acção lateral ou horizontal originada por ventos ou sismos. Estas paredes, com características específicas, são usualmente designadas por shear walls.

Placas estruturais

As placas estruturais que se fixam aos perfis metálicos possuem características que lhes permitem conferir rigidez à estrutura do edifício, resistindo a cargas verticais e laterais. Usualmente, estas placas são aparafusadas à estrutura das paredes, pisos e coberturas, constituindo um diafragma estrutural.

Ausência de revestimento estrutural

A estrutura metálica de um edifício LSF pode não receber um revestimento estrutural. Por exemplo, isso pode acontecer quando a estrutura é posteriormente revestida com um pano de alvenaria exterior ou quando são aplicadas placas sem consistência suficiente para contraventar as paredes. No entanto, sempre que se dispensam as placas estruturais, o contraventamento e esquadria da estrutura tem de ser assegurada pela aplicação de outros elementos estruturais, tais como perfis horizontais de travamento e cintas cruzadas.

Think Steel

A Futureng publicou um desdobrável intitulado Think Steel, cujo texto visa esclarecer o público em geral, apresentando argumentos lógicos para se compreenderem as vantagens do LSF.

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