Reportagem sobre a Futureng
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O Primeiro de Janeiro, um dos mais antigos jornais diários portugueses, já com mais de 135 anos, publicou na sua edição de 23 de Janeiro de 2005 um dossier destacável dedicado à reabilitação e recuperação de edifícios. Em face das inúmeras vantagens do LSF nesta área, a maioria das empresas construtoras, desde o Algarve a Braga, foram objecto de extensos artigos.

Reportagem sobre a Futureng

Futureng
Uma empresa completa

"Os dois sócios gerentes da empresa desenvolveram a sua actividade, durante anos, em empresas de construção civil. Quando, mais tarde, trabalharam juntos numa empresa de franchising, a Termo Steel, adquiriram conhecimentos e experiência prática no cálculo e execução de projectos de estruturas metálicas, usando como matéria-prima o aço galvanizado leve. Mais tarde os actuais gerentes da Futureng saíram para lançar a sua empresa, tirando partido da experiência acumulada durante anos. Hoje, a Futureng é uma empresa eminentemente técnica e não construtora, congregando conhecimentos nas áreas comercial e prática, bem como no domínio da legislação e com plena compreensão da do mercado nacional."

João Santos, desenhador-projectista, desenvolve a área de orçamentação, preparação e fiscalização de obra. Anteriormente, assumiu a direcção técnica da secção de projecto e orçamentação nas empresas por onde passou, o que lhe deu um acumulo de conhecimentos extremamente importante. Mais do que um homem de gabinete, esteve activamente empenhado na construção, permitindo-lhe assumir a fiscalização das obras que a Futureng projectou.

Miguel Sá assegura a execução da engenharia tanto de betão como da estrutura metálica. Nos últimos anos aprofundou o estudo do cálculo das estruturas em aço leve, especialmente na vertente da adaptação à legislação nacional e europeia. Esteve em seminários sobre Light Gauge Steel Framing nos Estados Unidos e em várias reuniões da Light Gauge Steel Engineers Association (LGSEA) na Europa. Foi autor de mais de uma centena de projectos em Light Steel Framing.

A empresa

A Futureng está principalmente vocacionada para a prestação de serviços à indústria da construção de edifícios com estrutura de aço leve. Uma parte significativa do nosso trabalho está relacionada com a execução de projectos de engenharia civil, tanto para as estruturas de aço leve (Light Steel Framing) como para as fundações e muros de sustentação em betão armado. Os projectos para construções LSF, usualmente, incluem também a preparação de obra e desenhos técnicos com pormenores de construtivos. Evidentemente, a Futureng executa também todas as restantes especialidades comuns a qualquer outra construção.

Além de projectos, a Futureng oferece também serviços de fiscalização e acompanhamento técnico de obras em execução. Tanto construtores como donos de obra têm recorrido à Futureng para aconselhamento profissional durante as diversas fases da obra.

Outro serviço apresentado é a execução de orçamentos. Outra área a que a Futureng se tem dedicado é o apoio técnico dirigido a diversos sectores da indústria da construção LSF. Alguns profissionais do ramo estabeleceram com a Futureng uma parceria através de um acordo mensal de prestação de serviços e têm recebido, entre outras ajudas, uma newsletter que aborda temas relacionados com a construção LSF, tal como materiais e processos construtivos. Para quem pretende iniciar actividade no ramo da construção com estruturas em aço leve, a Futureng oferece apresentações sobre LSF.

  • Terá algum interesse começar por efectuar um breve historial da utilização do aço galvanizado na construção civil.

A questão da utilização do aço é relativamente recente, pois surge apenas nos anos 90 nos Estados Unidos da América, tendo por base um aumento muito substancial do preço da madeira. Como as empresas tinham compromissos para cumprir tornou-se urgente arranjar uma solução eficaz e viável que permitisse aos construtores responder aos contratos que já tinham efectuado. Foi assim que apareceu o aço, enquanto alternativa à madeira.

Em termos históricos é ainda de apontar um facto ocorrido em finais do século XIX em Chicago e que também conduziu à utilização do aço. Refiro-me a um grande incêndio que destruiu grande parte da cidade, construída em madeira, e que desenvolveu uma cultura do aço, principalmente na construção de grandes edifícios, pois só ultimamente é que este material começou a ser utilizado massivamente na construção de moradias.

  • Quer isto dizer que Portugal não chegou muito atrasado a este comboio, ou seja, estamos praticamente no pelotão da frente no que concerne à utilização deste material na construção civil.

De facto, conseguimos proceder à utilização deste material praticamente no seu início, numa altura em que ainda se debatia a questão da standartização, até porque nos Estados Unidos a maior das estruturas é toda padronizada, o que permite uma utilização mais eficaz destes materiais.

  • Ou seja, é quase como montar um lego…

Exactamente. Quem pretender pode comprar toda a estrutura em aço e construir uma casa. Há todo o equipamento disponível e bem definido que é vendido em lojas e depois da sua aquisição qualquer pessoa, com o mínimo de habilidade pode proceder à sua montagem, isto é, construir a sua própria casa, claro que para isso é necessário bastante rigor, pois tudo é trabalhado ao milímetro para que as paredes fiquem aprumadas. Esta filosofia do bem-fazer e do rigor é que tem sido privilegiada nos últimos anos.

  • Requisitos estes que podem tornar-se graves quando aplicados à realidade nacional.

Por vezes, até porque uma grande lacuna que temos a nível nacional é a falta de apresentacoes-sobre-lsf, a falta de saber em todas as áreas de actividade. Felizmente a situação começa a alterar-se e a título de exemplo posso referir uma urbanização “casas euro-americanas”, onde a preocupação com a qualidade foi uma constante.

  • Em termos de obras de manutenção, como definiria este material?

Essa é uma das inúmeras vantagens que temos, pois por exemplo a canalização está sempre acessível, o que é benéfico e muito mais eficaz. De referir ainda que com estas soluções é fácil remodelar qualquer divisão de uma casa, operando facilmente em qualquer lado que seja necessário. Agora claro está que as pessoas não podem pensar apenas em termos de custos finais da obra. É fundamental que todas as vantagens inerentes à utilização destes equipamentos sejam devidamente pensadas tanto em termos presentes como futuros.

  • Numa altura em que tanto se fala em casas inteligentes pode referir-se que as casas construídas com este material podem ser facilmente adequadas às novas tecnologias?

Sem dúvida, este tipo de construção permite o desenvolvimento de outro tipo de materiais e o fácil enquadramento de todas as novas tecnologias. Agora isto exige um planeamento correcto de todas as operações, o que implica uma mudança de mentalidades de todos os intervenientes neste processo. Não podemos continuar a pensar em termos de “desenrascanço”, mas sim pensar em todos os “timings” que são necessários cumprir para que a obra seja feita dentro do tempo previsto. Esta preocupação com o cumprimento dos prazos é vantajoso quer para o cliente quer para nós enquanto empresa executante.

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