Crédito bancário
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Algumas pessoas levantam questões sobre o financiamento bancário. Presumem que as instituições bancárias dificultam, ou mesmo declinam, o processo de obtenção de um empréstimo para a construção de uma moradia. No entanto, essa ideia ocorre devido a um equívoco comum: confundir uma moradia com estrutura em aço galvanizado com os pré-fabricados.

LSF não é sinónimo de pré-fabricado

Ao contrário do que alguns pensam, na grande maioria das vezes a estrutura de um edifício LSF não é pré-fabricada. Tal como os tijolos são transportados para uma obra, já prontos, da mesma forma os perfis metálicos chegam à obra e depois têm de ser cortados no local e posteriormente montados. Cada elemento metálico é cortado no local e depois colocado no seu respectivo sítio, tal como se faz com cada tijolo na construção convencional.

Após ser erguida e terminada, a moradia é tão imóvel quanto qualquer outra. Depois de pronto, o edifício é indistinguível de todos os que são construídos por processos mais convencionais. E não é possível "desmontar" uma moradia com estrutura em aço. Visto que o esqueleto metálico possui milhares de ligações aparafusadas, a demolição completa de um edifício LSF, é realmente uma tarefa tão complicada como noutra construção qualquer. Assim, uma moradia LSF é um "imóvel" e é assim que deve ser classificado pelos serviços municipais ou pelas instituições bancárias.

Um prédio ou uma ponte pode ter estrutura em betão ou em ferro, mas os processos de aprovação ou financiamento são os mesmos. O mesmo acontece numa moradia.

Aprovação bancária

Apesar do acima, reconhecemos que uma moradia com esqueleto metálico é menos comum no nosso país do que um prédio ou ponte com o mesmo tipo de estrutura. Assim, pode acontecer que o banco coloque algumas questões sempre que um cliente menciona a construção de um edifício diferente dos habituais métodos construtivos.

É por essa razão que sempre aconselhamos os nossos clientes a referirem que a habitação que pretendem construir é rigorosamente igual a qualquer outra pelo exterior e interior, mas que simplesmente possui uma estrutura em aço, tal como acontece com muitos outros edifícios de grande porte, ou pontes, por exemplo. Quando o cliente se dirige banco, talvez prefira ser acompanhado pelo construtor ou pelo projectista que poderá, no momento, esclarecer com pormenor qualquer dúvida que seja colocada.

A aprovação pelos serviços camarários nunca constitui qualquer problema. Isto dá-se porque a responsabilidade da respectiva construção pertence ao engenheiro e ao construtor, sendo que ambas as entidades têm de simplesmente provar possuir as competências para a execução da obra. No entanto, visto que o banco financia a obra e usualmente garante o investimento com uma hipoteca sobre a mesma, pretende certificar-se que o edifício não é pré-fabricado, ou seja, que não possa facilmente ser desmontado e transportado para outro local.

Apesar da eventual curiosidade que possa surgir num pedido de financiamento, lembramos que já existem construídas centenas de habitações e grande parte delas foram financiadas por instituições bancárias. Assim, é provável que o banco a que se irá dirigir já tenha, nessa ou em outras dependências, aprovado o financiamento de uma construção LSF. Na verdade, ainda nenhum pedido de financiamento foi recusado devido à utilização do aço como elemento estrutural. As maiores dificuldades sentidas pelos clientes prendem-se com a rapidez da obra, visto que se exige da parte do banco a marcação de vistorias ao local em períodos mais reduzidos. Naturalmente, este aspecto convém ser esclarecido por ocasião do pedido financiamento para que a cadência de libertação de verbas não seja atrasada.

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