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No dia 9 de Abril de 2004, o semanário Expresso, no seu suplemento de imobiliário Espaços & Casas, publicou um artigo assinado pela jornalista Cátia Mateus, ilustrado com algumas fotos, destacando a actividade de uma das empresas de LSF portuguesas, a Gestedi.

Aprsentamos abaixo o texto do artigo.

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A construção em aço galvanizado já chegou ao mercado imobiliário nacional
Texto de Cátia Mateus

Casas com estrutura em aço

Já pensou construir uma habitação sem utilizar na estrutura madeira, tijolos ou betão? Provavelmente dirá que não é possível. Pois, desengane-se. O Espaços & Casas dá-lhe a conhecer uma nova forma de habitar. Dispensa a madeira, os tijolos e o betão e dá privilégio ao «light steel framing». Por outras palavras, em Portugal já se constroem casas de aço.

A construção em aço leve entrou no país na década de noventa. Na base desta técnica de construção está o aço galvanizado que é moldado em perfis, colocados na vertical e na horizontal até construir a estrutura da habitação como se de uma gaiola se tratasse. Entre as vantagens do método está a sua durabilidade, menor custo de manutenção, menor tempo de construção, conforto térmico e acústico e a sua segurança face a terramotos. Por outro lado, esta alternativa habitacional poderá ter custos inferiores à construção tradicional.

Há 17 anos que empresa Equipoli, iniciou um sistema de construção modular em aço galvanizado. Fernando Carvalho da Silva, responsável da Equipoli, assegura que o mercado tem vindo a evoluir de forma bastante positiva. A Equipoli (www.equipoli.com) trabalha essencialmente com habitações modulares, ou seja, casas de aço pré-fabricadas.

A empresa disponibiliza ao cliente quatro modelos-pa-drão de tipologias que variam entre o T0 e o T3, mas realiza também projectos personalizados. No processo de construção modular, uma habitação poderá ficar pronta em apenas um mês e meio, sendo que a intervenção em obra se resume a três dias. Uma rapidez de execução que pode contribuir para a redução do preço final.

Em média, uma habitação de aço poderá custar entre 350 e 550 euros por metro quadrado. Fernando Carvalho da Silva explica ainda que ao contrário da construção em betão, uma casa de aço pode «viajar» com o seu proprietário para qualquer lado. Segundo o responsável da Equipoli, a construção modular destas habitações permite que «o proprietário desloque a sua casa para outro local, além de poder ampliá-la com relativa facilidade».

Também vocacionada para a construção em «Light Gauge Steel Framing System» a GESTEDI (www.gestedi.pt) actua de forma distinta. Esta empresa vai além da construção modular e aposta em projectos personalizados. O seu responsável, António Santos, assegura que «o aço oferece uma verdadeira alternativa aos processos construtivos tradicionais que na generalidade utilizam materiais com patologias em termos de impermeabilizações e tempos de obra muito dilatados».

Ao contrário da Equipoli, este responsável aponta para um prazo de execução da obra mais alargado. «Uma moradia com 200m2 demora, em média, seis meses a concluir», frisa. Os custos rondam os 450 a 650 euros/m2.

As valências deste conceito de construção ampliam-se ao sector dos escritórios, mas principalmente à reabilitação de edifícios antigos. Para António Santos este é um mercado com potencialidades já que, «mantendo a traça original, consegue-se inovar totalmente o interior do prédio e até acrescentar pisos na estrutura». O baixo peso do aço galvanizado permite consolidar a estrutura do edifício sem necessidade de reforços nas estruturas existentes.

A reabilitação de edifícios é um dos grandes nichos de mercado desta técnica de construção. A leveza do aço permite efectuar obras sem reforçar as estruturas.

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